terça-feira, maio 30, 2006

Vem e lavra-me

Fecho os olhos e consigo
lembrar o que fiz contigo:
foi amor como não há!...
Mas no meio desta insónia
nua e sem cerimónia
acaricio-me já...
Mas falta-me a tua mão
os teus lábios, o escaldão
da tua lingua macia...
Percorre-me com teu tacto,
põe-me de gatas no acto
que mais libera a magia!
Corre para a minha beira!
Lavra-me! Eu sou a leira
que ressequida reclama...
Vem e faz-me amor sem rede,
vem e mata minha sede,
à rédea solta, na cama!
Teresa Machado

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...

..Palavras para quê!! Beijinhos, Léo

5/31/2006 12:12 da manhã  
Blogger mar_e_sol said...

Léo, pois...há alturas que só mesmo olhos nos olhos, and so on...uma boa noite para ti!...

5/31/2006 12:29 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Na cama ou noutro local qualquer, pouco importa...;)
L.A.

5/31/2006 12:32 da manhã  
Blogger mar_e_sol said...

L.A., pormenor de somenos importância...

5/31/2006 9:00 da manhã  
Blogger Arion said...

É que é mesmo assim! Beijo!

5/31/2006 7:39 da tarde  
Blogger mar_e_sol said...

Arion, e quem fala assim não é gago! :)

6/01/2006 12:02 da manhã  
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